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quarta-feira, 19 de março de 2014

Eu fico


É perto de nula a possibilidade de Joaquim Barbosa deixar o STF (Supremo Tribunal Federal) no dia 5 de abril para ser candidato a qualquer cargo eletivo. A expectativa, no meio político, é a de que ele se lance ao Senado pelo Rio de Janeiro.
Na visita que fez ao Complexo Penitenciário de Guarulhos, em SP, ontem, por sinal, Joaquim Barbosa foi festejado pelos presos com gritos e sinais de positivo. A maioria pedia ajuda por estar há mais tempo detido do que o prazo permitido por lei. O CNJ (Conselho Nacional de Justiça), presidido pelo ministro, está fazendo um mutirão nos presídios do país.
Uma das celas do complexo foram esvaziadas para que Barbosa vistoriasse as condições do local. A cena foi dramática: no local deveriam estar dez presos. Quando a porta de grades se abriu, 55 saíram de dentro do cubículo. Relataram que, à noite, têm que se revezar: enquanto alguns deitam, outros dormem em pé. Depois, trocam.(Do Blog de Magno Martins).

terça-feira, 18 de março de 2014

Pilotos do Boeing 777 estão no centro da investigação

Visitantes escrevem mensagens para os passageiros do avião desaparecido, no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur. Foto: Mohd Rasfan/AFP
Visitantes escrevem mensagens para os passageiros do avião desaparecido, no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur. Foto: Mohd Rasfan/AFP

As investigações sobre o desaparecimento do voo MH370 se concentravam na cabine dos pilotos e nas últimas palavras recebidas em terra, pronunciadas pelo copiloto, que coincidiram com o momento em que os principais sistemas de comunicação da aeronave foram deliberadamente desligados.

Às 01H19 de sábado 8 de março (14H19 de sexta-feira no horário de Brasília), 38 minutos após a decolagem do Boeing 777 de Kuala Lumpur com destino a Pequim, o controle aéreo registrou a última comunicação oral a partir da cabine do piloto: "Tudo bem, boa noite".

Estas poucas palavras em inglês ("All right, good night"), pronunciadas de maneira descontraída segundo as autoridades malaias, foram uma resposta aos controladores de voo que anunciaram à tripulação que o avião se preparava para deixar o espaço aéreo malaio.

"As investigações preliminares sugerem que era o co-piloto quem falava", afirmou nesta segunda-feira o CEO da Malaysia Airlines, Ahmad Jauhari Yahya, durante uma coletiva de imprensa.

A informação pode ser vital para estabelecer quem controlava a aeronave quando ela desapareceu dos radares civis, o que as autoridades da Malásia têm descrito como uma manobra "deliberada".

As investigações estão concentradas no comandante de bordo, Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, e seu "oficial piloto de avião" (OPL, copiloto), Fariq Abdul Hamid, de 27 anos.

O sistema ACARS (Aircraft Communication Addressing e Reporting System), que permite a troca de informações entre a aeronave em voo e o centro operacional de uma companhia aérea, emitiu um último sinal às 01h07. Ele deveria voltar a emitir meia hora depois, às 01h37.

A desativação deste sistema é necessariamente realizada por um piloto ou uma pessoa com conhecimentos na área, de acordo com especialistas.

"Míssil"

O transponder, um outro dispositivo crucial, que envia informações sobre a posição da aeronave, foi deliberadamente desligado dois minutos após a mensagem atribuída ao copiloto.

O avião desapareceu dos radares civis às 1h30.

Os dados coletados desde então permitem afirmar que o avião mudou de direção entre a Malásia e o Vietnã e continuou voando por quase sete horas.

Radares militares malaios detectaram um sinal na mesma madrugada, posteriormente identificado como vindo do voo MH370.

"Algo aconteceu com o piloto", afirmou em Washington o presidente do Comitê de Segurança Interna na Câmara dos Representantes, Michael McCaul, que disse contar com relatórios da "segurança interna, do serviço de contra-terrorismo e inteligência".

Ele também especulou que o avião pode ter sido sequestrado e escondido para uso posterior de "míssil".

Autoridades malaias enfatizam que o histórico de todas as 239 pessoas a bordo, incluindo 227 passageiros, foi analisado.

O copiloto teria convidado uma jovem passageira à cabine durante um voo entre a Tailândia e Kuala Lumpur em 2011, uma atitude contrária aos regulamentos desde os ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos.

Mas os dois pilotos não pediram para trabalharem juntos neste voo e nada durante as buscas em suas casas foi encontrado que possa incriminá-los, insistiram as autoridades da Malásia.

Um investigador do AF447 na Malásia

Um sinal de satélite teria mostrado o Boeing 777 em um espaço pouco provável, entre o norte da Tailândia e a Ásia central. Outra possibilidade, mais lógica, é uma área entre a Indonésia e o Oceano Índico.

Mas o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, afirmou nesta segunda-feira que não recebeu nenhuma informação sobre a possibilidade de que o Boeing 777 da Malaysia Airlines tenha sobrevoado as costas do país.

O número de países envolvidos nos esforços para encontrar a aeronave chega a 26. A busca se concentra em dois amplos corredores em terra e mar. O corredor sul é o privilegiado pelas autoridades, enquanto o norte passa sobre vários países cujos radares militares teriam obrigatoriamente detectado um Boeing 777.

A França enviou três investigadores especializados, entre eles Jean-Paul Troadec, ex-diretor do Escritório de Investigação a Análise (BEA) que investigou o acidente do voo AF447 Rio-Paris da Air France em junho de 2009.

O colégio francês de Pequim, onde estudavam três adolescentes a bordo do MH370, recebeu nesta segunda-feira uma equipe de especialistas, que pretendem fornecer assistência psicológica aos alunos.

As famílias dos passageiros chineses expressavam sua indignação, acusando as autoridades malaias de dissimulação e de "dizer qualquer besteira". 

"Apenas o governo malaio sabe a verdade. Ele tem dito qualquer besteira desde o início", reclamou Wen Wancheng, de 63 anos, cujo filho estava a bordo do Boeing 777.(Do Diário de Pernambuco).

''Não vou ser candidato a mais nada'', diz FHC


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (foto abaixo) disse na noite desta segunda-feira, 17, que não pretende ser candidato a nenhum cargo nas eleições deste ano. Nós últimos dias, dirigentes tucanos fizeram circular o rumor de que FHC teria sido convidado para ser candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves.
A tese ganhou força no partido depois que o PSDB nacional realizou pesquisas qualitativas que indicaram que o nome de FHC tinha boa aceitação entre eleitores de várias idades. O comando da pré-campanha de Aécio decidiu, com base nesses dados, que vai utilizar a imagem do Fernando Henrique com frequência nas propagandas de rádio e TV, na internet e nos materiais gráficos do partido.(Do Blog de Magno Martins).

Dilma, Cunha e a internet: quem avisa amigo é


O governo comunicou às teles, as maiores interessadas em limitar a neutralidade da internet no Marco Civil, que acordos fechados com Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não têm validade, informa Vera Magalhães, na sua coluna da Folha de S.Paulo desta terça-feira.
Dilma quer pressionar as empresas a parar de usar Cunha como interlocutor, deixando claro que os interesses do setor no relacionamento com o governo são muito mais amplos.(Do Blog de Magno Martins).

Governo do DF: camisa com ''encino'' é sabotagem


A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou nesta segunda-feira (17) considerar um ato de sabotagem a confecção de um uniforme escolar com a palavra 'encino'. Um estudante do Centro de Ensino Médio 01 de Brazlândia adquriu uma camiseta com o erro de grafia. De acordo com a pasta, foram confeccionadas ao todo 2.800 camisetas, das quais 27 com o erro de grafia.
Por meio de nota, a Secretaria de Educação informou que considera 'impossível' a reprodução das 27 camisas erradas no universo de 2.800 corretas. Essa certeza, diz a secretaria, se deve à técnica de produção das camisas adotada pela Fábrica Social, entidade responsável pela confecção das peças.(Do Blog de Magno Martins).

segunda-feira, 17 de março de 2014

Alunos da Escolinha do Calango recebem diploma

Foto: Manu Campelo/BJ1
Foi realizada neste sábado(15), na quadra do colégio Diocesano, em Belo Jardim, o encerramento do primeiro ano do projeto Belo Jardim F. C. Pela Inclusão Social – Escolinha do Calango. Durante a festa os alunos recebera os diplomas de conclusão e brindes. Além dos pais orgulhosos, prestigiaram o evento, o Deputado Federal Mendonça Filho, a sua irmã, a advogada Andrea Mendonça, o ex craque do futebol Luciano Veloso que teve passagem pelo Santa Cruz, Sport, Náutico e Corinthians,  Luciano Filho treinador do sub 20 do Belo Jardim futebol Clube, entre outros admiradores do projeto.

O Deputado Mendonça Filho, responsável pela conquista do projeto em Belo Jardim, falou da importância da escolinha do Calango ” Há um ano estávamos aqui realizando um sonho que era de implantar esse projeto em Belo Jardim pra revelar jogadores da nossa terra e hoje graças aos professores podemos ver que temos craques no futebol aqui em Belo Jardim. Esta se encerrando o primeiro ano do projeto, mas já consegui renovar e se Deus quiser iremos anunciar ainda nesse mês de março às inscrições do segundo ano do projeto, acredito que na primeira quinzena de abril já estará em pleno andamento as novas turmas da Escolinha do Calango” finalizou.
Quem também falou foi o coordenador do projeto o Professor José Ivan que em determinado momento chegou a se emocionar, “Chegamos ao fim do primeiro ano com sucesso pois é muito gratificante receber os parabéns dos pais de alguns alunos e ouvir eles falarem que seus filhos melhoraram com o comportamento até dentro de casa depois que passaram a fazer parte do projeto. E podemos ver em alguns alunos potencial e sabemos que podemos ver eles daqui há alguns anos em algum time profissional” finalizou.
Durante um ano, 200 meninos com idades entre 13 e 17 anos viveram o sonho da bola, com  aulas, acompanhamento e material gratuitos.
Foto: Manu Campelo/BJ1
Foto: Manu Campelo/BJ1
Foto: Manu Campelo/BJ1
Foto: Manu Campelo/BJ1


Mais Fotos acesse: www.bj1.com.br

Eduardo lança novas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff

Campos já discursa como pré-candidato à Presidência. Foto: Roberto Ramos/DP/D.A Pres (Roberto Ramos/DP/D.A Press)
 Foto: Roberto Ramos/DP/D.A Pres
Depois de dizer, na semana passada, que o Brasil não aguenta mais quatro anos com Dilma Rousseff, o pré-candidato do PSB à sucessão presidencial, Eduardo Campos (PSB), afirmou ontem que a presidente “não deu conta de melhorar o Brasil” e acusou o governo de estar “distribuindo cargos como se estivesse distribuindo bananas e laranjas”. Ele fez os comentários durante entrevista coletiva e em discurso para cerca de 400 pessoas, em Surubim, no Agreste de Pernambuco. Campos esteve na cidade para cumprir a Agenda 40, como vem sendo chamada a lista de compromissos da chapa majoritária estadual.
“O presidente Lula fez o que pôde fazer. Sequenciou com sabedoria e inteligência as conquistas que encontrou do governo que o antecedeu. E todos nós entregamos à sua excelência, a presidente, a chance para que ela fizesse o Brasil seguir mudando e melhorando. Mas o que aconteceu é que ela não soube fazer o que estava predestinada, encarregada de fazer. E nós não podemos deixar o Brasil derreter na inflação, no populismo, entregando cargos como se estivesse distribuindo bananas ou laranjas”, criticou Campos.
Em discurso claro de pré-candidato ele disse não temer o fato de ainda não ser conhecido no Brasil. “Quem sabe fazer tabuada, sabe fazer a conta. Hoje só 30% do povo brasileiro me conhece. E o mínimo com que apareço nas pesquisas é com 12%. Façam a regra de três. Daqui até o dia 5 de outubro, 100% vai conhecer (o candidato). Nós vamos bater, onde vocês sabem que devemos bater. Porque posso dizer que a estrada de onde viemos até aqui, foi muito mais difícil do que a estrada onde vamos chegar”, afirmou, em alusão à sua primeira campanha para o Palácio do Campo das Princesas, que iniciou com apenas 3% da preferência do eleitorado.
Eduardo Campos ressaltou ainda que o povo brasileiro sabe que quer mudanças, embora ainda desconheça “nomes e ideias”, mas acredita que isso não será difícil quando tiver início a “segunda etapa” da campanha, com uso de rádio e TV. Campos participou de compromissos em outros dois municípios (Gravatá e Bonito), mas foi em Surubim que manteve agenda política, voltada para a discussão de prioridades para a sucessão estadual. No local, foi saudado como “presidente” diversas vezes.(Do Diário de Pernambuco).

Rompimento já!


Vou dar uma de advogado do PMDB. Não que o partido precise de defensores, mas é incrível como virou a geni da política brasileira. Tem lá sua --enorme-- culpa no cartório, mas, hoje, em nada difere de outras siglas no país.
Vejamos o caso atual, da guerra entre a presidente Dilma Rousseff e o PMDB, principalmente o da Câmara. A tensão entre os dois lados chegou a tal que ponto que a petista, num desabafo, chegou a dizer que preferia perder a eleição a se sujeitar às chantagens peemedebistas.
Puro desabafo. Tanto que, dias depois, a presidente tratou de negociar com o mesmo partido que diz não suportar mais. E por que diz não suportar? Porque o PMDB tem uma sede insaciável por cargos e verbas.
Fama para tal os peemedebistas têm de sobra. Só que, hoje, eles se contentam com bem menos do que os petistas. Partido no poder, o PT controla nada menos que 17 ministérios. Já o velho PMDB fisiológico controla somente cinco.
Sinceramente, eu diria que, hoje, o PMDB parece viver de 'migalhas' distribuídas pela presidente Dilma, além de sofrer nas mãos da dona do Planalto, que trata o seu maior aliado com um certo desprezo.
Estivesse eu na posição do PMDB, não ficaria aguardando a presidente sair do mero desabafo. Romperia antes com um aliado que só me trata tão mal. Primeiro, por amor próprio. Segundo, porque ficar sempre no papel de coadjuvante dá nisso, em aliado de segunda categoria.
Só que, como sempre, o PMDB vai ficar agarrado ao governo de plantão. Insultado publicamente, deixa a entender que as migalhas, das quais tanto reclama, são de grande serventia para sua sobrevivência. Delas não quer e não vai abrir mão.
Por fim, é incrível como o PT de Dilma Rousseff, pós-mensalão, ainda se acha acima do bem e do mal. Monta um governo de coalizão, exige fidelidade de seus aliados, mas faz uma distribuição totalmente desigual do condomínio do poder.(Do Blog de Magno Martins).

Copa, Marcola & Companhia


Doze agentes do serviço secreto americano desembarcaram em São Paulo para montar esquema de proteção da seleção dos EUA e de autoridades americanas na Copa. Preocupados com o risco de sequestro de jogadores e personalidades, pediram ao governo a neutralização do PCC. Por coincidência, Marcola e três aliados, incluído Célio Marcelo da Silva, o Bin Laden, foram agora isolados no regime disciplinar diferenciado em Presidente Bernardes, sob alegação de planejarem uma fuga.
Bola de ouro
Enquanto a Abin está preocupada com protestos na Copa, as agências de inteligência dos EUA e da Europa avaliam o sequestro como a maior ameaça. Argumentam que o evento reunirá num só lugar os 20 jogadores mais caros do mundo. Serão monitorados hotéis, CTs, estádios, as fronteiras dos Estados e saídas do Brasil para Bolívia e Paraguai.(Blog de Magno Martins).

Campanha de Dilma terá 'ponte' com Instituto Lula


A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição vai "importar" um diretor do Instituto Lula para a equipe. A ideia é sintonizar os planos da petista e de seu antecessor, além das agendas da dupla nos palanques. Lula afirmou a dirigentes petistas que também atuará como "vendedor ambulante" da gestão Dilma em reuniões individuais com empresários, sindicalistas e representantes de movimentos sociais descontentes com o governo.
PT quer que Clara Ant, diretora do Instituto Lula, organize os compromissos do ex-presidente com o time da campanha. Em 2010, ela coordenou o grupo que cuidava dos subsídios para o discurso da então candidata, com números, indicadores e todo tipo de informação sobre programas do governo Lula.
Até agora, porém, nem Dilma nem o ex-presidente definiram quem fará a "ponte" do Instituto Lula com a campanha. Atualmente, Clara dirige, em São Paulo, o projeto Iniciativa África e coordena a agenda do chefe.(Blog de Magno Martins).